Eram um bando de malucos, cuspindo alvos intocáveis, de olhares de raivas presas e incubadas ao fundo comum, em meio aquele fogo cruzado, olhando aquele quadro, escuro, profundo e indecifrável, perdido e amargurado, flutuei para o mesmo lado, preso pela porta da saída, sentado, ocupado, com a mão no queixo e calado, e como um olhar, percebi o estado, do cidadão, desesperado, uma ajuda ao pobre coitado, saí de novo, contrariado, e com dois passos mal humorado.
18 de nov. de 2008
2 de nov. de 2008
Como um vento (TiagoRo)
E passou como um vento, soprado pelo um longo canudo de funil envelhecido, de maneira sonhadora, foi buscando o céu com suas asas de pássaro selvagem, entre as nuvens invejosas de castigada tempestade, cruzando todo aquele mundo desconhecido, poetizando cada lugar com seu olhar, construiu o seu próprio respirar, de energias longas e misteriosas, conseguiu superar todo aquele pesar, e foi seguindo, como um vento, rumo a algum lugar.
9 de out. de 2008
Cuspe (TiagoRo)
Em meio aos olhos virgens de inverno castigado pelo tempo arenoso,
De palavras afiadas em algodão branco cinza de terra úmida verde,
De pele morena tocável de toques assimétricos modulados em semi paredes escassas de madeira tímida,
Em pernas acostumadas de movimentos atrasados de pesados chãos sobre o céu de seus maiores pesadelos,
De pesadelos cansados das verdades em que se vive,
De diamantes loucos adormecidos,
De cabeças cheias de confusões não solucionadas,
De eterno pensamentos raros e breves e muitas coisas jamais conhecidas e divulgadas ao pranto surrado real do mundo que gira sempre para o mesmo lado.
De palavras afiadas em algodão branco cinza de terra úmida verde,
De pele morena tocável de toques assimétricos modulados em semi paredes escassas de madeira tímida,
Em pernas acostumadas de movimentos atrasados de pesados chãos sobre o céu de seus maiores pesadelos,
De pesadelos cansados das verdades em que se vive,
De diamantes loucos adormecidos,
De cabeças cheias de confusões não solucionadas,
De eterno pensamentos raros e breves e muitas coisas jamais conhecidas e divulgadas ao pranto surrado real do mundo que gira sempre para o mesmo lado.
5 de out. de 2008
Olhar das cores (TiagoRo)
És bela como a natureza,
Que hora, testemunha o olhar das cores,
Clamando pelo amor de suas rosas.
Que hora, testemunha o olhar das cores,
Clamando pelo amor de suas rosas.
4 de out. de 2008
Espaço físico interno (TiagoRo)
privilegiado pela natureza
ignorado pelos seus cotovelos
forte como uma viga
simples como uma ovelha
menor que uma ameixa
versos obsoletos
poemas perfeitos
um homem pentelho
pulando igual uma pulga
dentro do vago escuro
em casca de tartaruga
sem medo do medo
sem medo da vida
eis que sou, apenas eu.
ignorado pelos seus cotovelos
forte como uma viga
simples como uma ovelha
menor que uma ameixa
versos obsoletos
poemas perfeitos
um homem pentelho
pulando igual uma pulga
dentro do vago escuro
em casca de tartaruga
sem medo do medo
sem medo da vida
eis que sou, apenas eu.
27 de set. de 2008
Carvão negro de solidão. (TiagoRo)
És noite, e o carvão negro de solidão, diz a rosa que queimará seus espinhos.
Rosa branca, linda contemplante, fostes que me fizeste sonhar.
Pétalas sobrepostas sobre um mar de ondas vivas de energias brancas e sinceras.
Tenho ainda o seu aroma impregnado na minha alma, e seu rosto cravado no meu coração.
E a esperança, em meio as areias finas do oceano de paixões clama por ti bem amada.
Rosa branca, linda contemplante, fostes que me fizeste sonhar.
Pétalas sobrepostas sobre um mar de ondas vivas de energias brancas e sinceras.
Tenho ainda o seu aroma impregnado na minha alma, e seu rosto cravado no meu coração.
E a esperança, em meio as areias finas do oceano de paixões clama por ti bem amada.
Canção de ninar (TiagoRo)
canção de ninar
escuto e choro
não choro de chorar
é choro sem demonstrar
é tão sadio, auto estima e bem-estar
com uma bela canção
posso me levantar.
escuto e choro
não choro de chorar
é choro sem demonstrar
é tão sadio, auto estima e bem-estar
com uma bela canção
posso me levantar.
25 de set. de 2008
O vento que trago. (TiagoRo)
O vento que trago, em pulmões de mar salgado, em montanhas decapitadas, em cabelos soltos de viagens longas, de começo verde angustiante, de pessoas
com profundos pensamentos conflitantes, de espadas sujas de batalhas juvenis, de mulheres em labirintos sem portas, de dias infinitos, ó vento que trago! em pulmões permanecem, preenchendo o peito de palavras, que ao evaporar do vento, evapora com destino em mim.
com profundos pensamentos conflitantes, de espadas sujas de batalhas juvenis, de mulheres em labirintos sem portas, de dias infinitos, ó vento que trago! em pulmões permanecem, preenchendo o peito de palavras, que ao evaporar do vento, evapora com destino em mim.
5 de set. de 2008
Lilian (TiagoRo)
Ao olhar as estrelas, com suas luzes de fogo infinito, e a lua cheia, com seu cheiro de branco invisível, imaginaria teu olhar em pleno céu.
Seu cheiro de rosa fogosa, sua cor vermelha entre lábios, seu negro cabelo liso de ouro intocável.
Seu riso, seu canto, sua magia, seu talento e o oceano azul pleno, eterno.
És música de toque sem fim, és toque de luz em mim, quem me dera, a natureza, tivesse em ti, todo o aroma de ser mulher.
Seu cheiro de rosa fogosa, sua cor vermelha entre lábios, seu negro cabelo liso de ouro intocável.
Seu riso, seu canto, sua magia, seu talento e o oceano azul pleno, eterno.
És música de toque sem fim, és toque de luz em mim, quem me dera, a natureza, tivesse em ti, todo o aroma de ser mulher.
23 de ago. de 2008
Nuvem cor de pedra sangrando (TiagoRo)
Nuvem cor de pedra sangrando, refletindo almas azuis de algodão,
Seu riso, sua loucura, seu intenso toque noturno, seus dedos sujos de pensamentos profundos,
Mostre com sabor, o profundo vazio de suas telas cheias de cores musicais
Branca de maçã mordida, seu futuro urgente de passado áspero,
Seus olhos cegos enxergam os pássaros em direção do rio e curvas sem fim.
TiagoRo
Seu riso, sua loucura, seu intenso toque noturno, seus dedos sujos de pensamentos profundos,
Mostre com sabor, o profundo vazio de suas telas cheias de cores musicais
Branca de maçã mordida, seu futuro urgente de passado áspero,
Seus olhos cegos enxergam os pássaros em direção do rio e curvas sem fim.
TiagoRo
16 de ago. de 2008
Harpa (TiagoRo)
E entrou como uma Harpa, em meios as veias sanguíneas vibrantes em dó e fá.
Em sete pedais, em sons normais, em constelações, em cada uma das notas da oitava,
Tocou-me, em meus sentidos, abrangendo as 47 cordas neurais,
Um arco de caça, sustenido, em sentido as esferas solares, dos cósmicos metálicos vermelhos
Buscai as luzes que ilumina as luzes do meu sistema lunar.
TiagoRo
Em sete pedais, em sons normais, em constelações, em cada uma das notas da oitava,
Tocou-me, em meus sentidos, abrangendo as 47 cordas neurais,
Um arco de caça, sustenido, em sentido as esferas solares, dos cósmicos metálicos vermelhos
Buscai as luzes que ilumina as luzes do meu sistema lunar.
TiagoRo
13 de ago. de 2008
Em som de Blues (TiagoRo)
Em nota tocada numa frequência baixa, senti-te em som de blues
O acorde do seu corpo seguido de um tom branco, junto-a mim, entre perto e longe
Em seu escuro cabelo, liso, e meus lábios de fogo, entre medo e esperança
E naquele momento a primavera chegou, entre frio e calor
Teu olhar apaixonante, ao som excitante da guitarra que hora chora, entre eu e você
Conseguiste aumentar meu carinho, entre lua e flor.
TiagoRo
O acorde do seu corpo seguido de um tom branco, junto-a mim, entre perto e longe
Em seu escuro cabelo, liso, e meus lábios de fogo, entre medo e esperança
E naquele momento a primavera chegou, entre frio e calor
Teu olhar apaixonante, ao som excitante da guitarra que hora chora, entre eu e você
Conseguiste aumentar meu carinho, entre lua e flor.
TiagoRo
12 de ago. de 2008
Ficar (TiagoRo)
Ficar.....chorar
minutos perfeitos
de frente ao espelho
alma azul
verde pássaros
sangue latejante
sem rumo
transfusão de ideias
transplante de alegria
vomito solidão
nada tem graça, era seco, foi bom, voei, caí
passei, ao mero esquecimento
troquei, senti, perdi, amadureci
fiquei, gostei e chorei.
TiagoRo
minutos perfeitos
de frente ao espelho
alma azul
verde pássaros
sangue latejante
sem rumo
transfusão de ideias
transplante de alegria
vomito solidão
nada tem graça, era seco, foi bom, voei, caí
passei, ao mero esquecimento
troquei, senti, perdi, amadureci
fiquei, gostei e chorei.
TiagoRo
Eu vi os pequenos pássaros (TiagoRo)
Eu vi os pequenos pássaros,
Eu os vi,
Em plena luz do dia,
Falando com estranhos,
Em quilómetros de distância
Alguém viu o coelho com um relógio na mão?
Ele está atrasado
Tire da tomada as criancinhas
Seus olhos parecem abajur
Hoje eu fui no parque, comer maçã com sabor de amarelo
Eu vi as flores, eu vi o céu, e o inferno florir
Eu vi os grandes pássaros, sorrindo.
TiagoRo
Eu os vi,
Em plena luz do dia,
Falando com estranhos,
Em quilómetros de distância
Alguém viu o coelho com um relógio na mão?
Ele está atrasado
Tire da tomada as criancinhas
Seus olhos parecem abajur
Hoje eu fui no parque, comer maçã com sabor de amarelo
Eu vi as flores, eu vi o céu, e o inferno florir
Eu vi os grandes pássaros, sorrindo.
TiagoRo
10 de ago. de 2008
Eu vi um anjo... (TiagoRo)
Eu vi um anjo dentro do inferno,
com um relógio, uma caneta, calculadora e um martelo
cheguei bem perto, perguntei a hora,
ele disse: É hora de seguir em frente
eu disse: para que uma caneta no inferno?
Ele disse: para desenhar seu caminho
E a calculadora?
para calcular o tempo
E o martelo?
para quebrar paradigmas
e eu disse, obrigado!
TiagoRo
com um relógio, uma caneta, calculadora e um martelo
cheguei bem perto, perguntei a hora,
ele disse: É hora de seguir em frente
eu disse: para que uma caneta no inferno?
Ele disse: para desenhar seu caminho
E a calculadora?
para calcular o tempo
E o martelo?
para quebrar paradigmas
e eu disse, obrigado!
TiagoRo
5 de ago. de 2008
Sexo ou pamonha?
Poeta… Goiano…, Louco… Artista…. Sonhador…. Irresponsavelmente adulto… Lindo…. Especial………Tiago!
Dono de um belo rosto traçado e esquecido por aí, em uma tela de algum pintor impressionista… Deus há de nunca trilhar o caminho a esse leviano pintor!!!
Que Linda superfície…….
Permita-me meu amado Poeta…. Permita-me mergulhar em tuas profundezas……desbravar-te ao som de Bandolins …. Quem sabe lá não me acho…. Quem sabe aí, nao me perco…
Aíiii meu artista …. Tu nao podes imaginar com quão magnificência é feito esse teu mar. ..Esse teu mar urgente e inseguro, ora genioso e determinado…… Previsível!
Suplico-te meu Poeta!!!!
Desnuda-me o corpo e imortalize meus sonhos em tuas telas inventivas e prometedoras…
Derrame sobre elas minhas frustrações e fraquezas… dando um colorido especial em meus Bemóis e enfatizando meus seios, ahh meus seios…!!!! Ahh meus bemóis!!!! Dê vida a eles meu Poeta!!!
E, depois de tudo, lance em teu mar toda essa semente esperançosa e lúdica….. traga-me um copo de água. Fume teu cigarro fictício.Vista tua roupa e resolvamos mais uma vez se, sexo ou pamonha!!!!!!!
Adoro você!!!!
Dono de um belo rosto traçado e esquecido por aí, em uma tela de algum pintor impressionista… Deus há de nunca trilhar o caminho a esse leviano pintor!!!
Que Linda superfície…….
Permita-me meu amado Poeta…. Permita-me mergulhar em tuas profundezas……desbravar-te ao som de Bandolins …. Quem sabe lá não me acho…. Quem sabe aí, nao me perco…
Aíiii meu artista …. Tu nao podes imaginar com quão magnificência é feito esse teu mar. ..Esse teu mar urgente e inseguro, ora genioso e determinado…… Previsível!
Suplico-te meu Poeta!!!!
Desnuda-me o corpo e imortalize meus sonhos em tuas telas inventivas e prometedoras…
Derrame sobre elas minhas frustrações e fraquezas… dando um colorido especial em meus Bemóis e enfatizando meus seios, ahh meus seios…!!!! Ahh meus bemóis!!!! Dê vida a eles meu Poeta!!!
E, depois de tudo, lance em teu mar toda essa semente esperançosa e lúdica….. traga-me um copo de água. Fume teu cigarro fictício.Vista tua roupa e resolvamos mais uma vez se, sexo ou pamonha!!!!!!!
Adoro você!!!!
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