Em meio aos olhos virgens de inverno castigado pelo tempo arenoso,
De palavras afiadas em algodão branco cinza de terra úmida verde,
De pele morena tocável de toques assimétricos modulados em semi paredes escassas de madeira tímida,
Em pernas acostumadas de movimentos atrasados de pesados chãos sobre o céu de seus maiores pesadelos,
De pesadelos cansados das verdades em que se vive,
De diamantes loucos adormecidos,
De cabeças cheias de confusões não solucionadas,
De eterno pensamentos raros e breves e muitas coisas jamais conhecidas e divulgadas ao pranto surrado real do mundo que gira sempre para o mesmo lado.
9 de out. de 2008
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