2 de nov. de 2008
Como um vento (TiagoRo)
E passou como um vento, soprado pelo um longo canudo de funil envelhecido, de maneira sonhadora, foi buscando o céu com suas asas de pássaro selvagem, entre as nuvens invejosas de castigada tempestade, cruzando todo aquele mundo desconhecido, poetizando cada lugar com seu olhar, construiu o seu próprio respirar, de energias longas e misteriosas, conseguiu superar todo aquele pesar, e foi seguindo, como um vento, rumo a algum lugar.
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