Em meio aos olhos virgens de inverno castigado pelo tempo arenoso,
De palavras afiadas em algodão branco cinza de terra úmida verde,
De pele morena tocável de toques assimétricos modulados em semi paredes escassas de madeira tímida,
Em pernas acostumadas de movimentos atrasados de pesados chãos sobre o céu de seus maiores pesadelos,
De pesadelos cansados das verdades em que se vive,
De diamantes loucos adormecidos,
De cabeças cheias de confusões não solucionadas,
De eterno pensamentos raros e breves e muitas coisas jamais conhecidas e divulgadas ao pranto surrado real do mundo que gira sempre para o mesmo lado.
9 de out. de 2008
5 de out. de 2008
Olhar das cores (TiagoRo)
És bela como a natureza,
Que hora, testemunha o olhar das cores,
Clamando pelo amor de suas rosas.
Que hora, testemunha o olhar das cores,
Clamando pelo amor de suas rosas.
4 de out. de 2008
Espaço físico interno (TiagoRo)
privilegiado pela natureza
ignorado pelos seus cotovelos
forte como uma viga
simples como uma ovelha
menor que uma ameixa
versos obsoletos
poemas perfeitos
um homem pentelho
pulando igual uma pulga
dentro do vago escuro
em casca de tartaruga
sem medo do medo
sem medo da vida
eis que sou, apenas eu.
ignorado pelos seus cotovelos
forte como uma viga
simples como uma ovelha
menor que uma ameixa
versos obsoletos
poemas perfeitos
um homem pentelho
pulando igual uma pulga
dentro do vago escuro
em casca de tartaruga
sem medo do medo
sem medo da vida
eis que sou, apenas eu.
Assinar:
Postagens (Atom)
