20 de jun. de 2012

Aquele velho malandro

Aquele velho malandro, pingando pelos cantos, se dando bem, falando a mesma língua da vida, conseguiu compreender o tempo, o tempo de cada coisa, o malandro tinha brilho nos olhos, falava gíria e fumava marlboro, é, o malandro é pai de família, trabalhador.

6 de nov. de 2011

A mulher é o que nos resta

A mulher é o que nos resta, ser indefinido, curvas de artes, carne de maçã eterna, olhos urgentes, prontas para o nada!

4 de jul. de 2010

Prefiro as morenas

É fato, prefiro as morenas,
escuras de lábios penetrantes
perfurmes e olhares marcantes
cabelos lisos, cheia de charme
inteligentes e muita lealdade.

A mim cabe dizer que vocês são lindas
mulheres de signos e cores
de magia e de sábias leituras
de corpos cheio de amor e ternura
de infinitos sonhos casuais.

27 de out. de 2009

Em sua homenagem (TiagoRo)

Em outras rosas, petalas compostas
segredos em vão, morena cheirosa
que de mim gosta
rouba o meu coração

Escrevo em tua homenagem,
dizendo que a dor invade,
de esperança e ilusão,
mais chega o teu silencio,
em meio ao fogo intenso,
que nada é imenso e que não sei amar não

És pequena e breve
és morena, me leve
ouça as palavras e diz
não será fácil ser feliz

27 de abr. de 2009

"SUEÑOS" (Valeria Roxana)

Una mañana de lluvia, madrugué temprano solo para verlos pasar,
sabía que no iban a dejarme entrar,
y que mi nariz con el vidrio tenía que chocar....
que solo eran reflejos, eran sueños....

Y en los pasillos del colegio veía todo amarillo

en plena clase de matemáticas no podía evitar el tibio sueño
te soñaba esas cejas perfectas
esa piel color arena
esa boca silenciosa
eras vos, eran los sueños...

Cuando la mochilera se refugió en las calles

por miedo o por audacia
se mojo bajo la lluvia
y en el cine vio siete veces una sola película Pocahontas
esas historias, sueños tan irreales de la pantalla grande...

Llego 1999, un pedazo de cielo había llegado a su esquina
lo esquivó y al verlo de cerca empalideció
era su rostro, eran sus ojos
pedazo de cielo y pense que eras un sueño...

Un gira, una sola banda en la ciudad de las calles inmensas y robotizadas
miles de fans son hormiguitas tras un estadio, ha llegado el dia del ritual y los tres mosqueteros volvieron
solo ellos podrían hacer perder la razón y olvidar el trabajo y muchas cosas más
para solo partir en bus o en avión y sentir como se acelera la respiración, todos en un solo show,
miles de burbujas a punto de volar, quien sabe sueños a donde irán a parar...

Y venimos a este mundo para soñar, el que no soñó jamás fue niño y si lo dejó ir
se perdió a si mismo, si lo reprimió también se engañó
de sueños parten los grandes inventos, en los sueños se encienden los grandes romances
sueños, creatividad, explosión de ideas, vitaminas en plena semana,
palpando el rocio en cada madrugada...

Sueños, que vuelven loco, sueños que hacen tonto
sueños con los que conquistas, te descubres a vos mismo
sueños y proyectos de la mano juntos
sueños la credencial de marzo
sueños la pantalla chica y la señorita matutina
sueños que voy palpando en mis brazos, mientras me subo a ellos
dejo que me arropen y lleven cual rio sin final
solo se que voy por más
sueños me hicieron crecer, me enseñaron a creer en los sueños en este mundo de angelillos y villanos

Sueños ahora se que es cuestión de tiempo y retomar el aliento, para no olvidar que cada dia al levantarnos es una oportunidad más para conquistarlos....sueños...
.solo para quienes viven intensamente, se caen y se levantan sin perder el brillo en los ojos, sueños para quienes no somos de este mundo sino locos, complices, aprendices.....felices...dormidos y despiertos en el planeta de los sueños...

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Esse poema é de minha amiga boliviana Valeria Roxana, obrigado!.

26 de abr. de 2009

Distâncias latinas (TiagoRo)

No mais chegado abraço em teu porto
em tua pele morena desbravo com gosto
cheirosa em mim menina melancia
você foi e de longe as palavras silencia

Mar azul assim pra mim sem fim
amar assim longe, enfim
caminhando ao bar eu volto logo
Do seu lado te beijo e te enrolo

Digo que te quero, e te encontro
você diz que me quer, não sei se é
abraços e beijos em multidão
vejo em fotos presente meu cordão

Contigo de lado o céu tira retrato
Contigo beijando o mar te fitando
Te quero morena te quero assim
seu cabelo liso em mim, cheira jasmim

16 de jan. de 2009

E isso é tudo muito natural (TiagoRo)

Deslizando sobre o doce som da bossa, em mim a doçura do jardim florido, tenho toda intensidade do raio presente, e o frio da lua ausente, quero em mim todas as cores da natureza, salgada e doce, quero o sorriso amarelo, quero almas leves, e peles morenas, quero o mar urgente, e a aurora ardente, quero o brilho da criança, quero um amor assim, companheira para mim, quero a vida em frente, ser eterno, quero cada minuto, e cada emoção, presente em meu coração.

5 de jan. de 2009

Alma de poeta (TiagoRo)

Tenho alma grande, sonhadora,
Viajo entre sons e arames farpados,
Tenho alma de poeta, mais poeta é muito triste,
Fujo dessa alma, mais posso amar, e sentir a alma, de poeta florescer,
Entre jardins e perfurmes,
Entre o profundo e a garganta,
Entre as palavras e a alma,
De poesia e cores,
De vida e mar.

18 de nov. de 2008

Um bando de Malucos (TiagoRo)

Eram um bando de malucos, cuspindo alvos intocáveis, de olhares de raivas presas e incubadas ao fundo comum, em meio aquele fogo cruzado, olhando aquele quadro, escuro, profundo e indecifrável, perdido e amargurado, flutuei para o mesmo lado, preso pela porta da saída, sentado, ocupado, com a mão no queixo e calado, e como um olhar, percebi o estado, do cidadão, desesperado, uma ajuda ao pobre coitado, saí de novo, contrariado, e com dois passos mal humorado.

2 de nov. de 2008

Como um vento (TiagoRo)

E passou como um vento, soprado pelo um longo canudo de funil envelhecido, de maneira sonhadora, foi buscando o céu com suas asas de pássaro selvagem, entre as nuvens invejosas de castigada tempestade, cruzando todo aquele mundo desconhecido, poetizando cada lugar com seu olhar, construiu o seu próprio respirar, de energias longas e misteriosas, conseguiu superar todo aquele pesar, e foi seguindo, como um vento, rumo a algum lugar.

9 de out. de 2008

Cuspe (TiagoRo)

Em meio aos olhos virgens de inverno castigado pelo tempo arenoso,
De palavras afiadas em algodão branco cinza de terra úmida verde,
De pele morena tocável de toques assimétricos modulados em semi paredes escassas de madeira tímida,
Em pernas acostumadas de movimentos atrasados de pesados chãos sobre o céu de seus maiores pesadelos,
De pesadelos cansados das verdades em que se vive,
De diamantes loucos adormecidos,
De cabeças cheias de confusões não solucionadas,
De eterno pensamentos raros e breves e muitas coisas jamais conhecidas e divulgadas ao pranto surrado real do mundo que gira sempre para o mesmo lado.

5 de out. de 2008

Olhar das cores (TiagoRo)

És bela como a natureza,
Que hora, testemunha o olhar das cores,
Clamando pelo amor de suas rosas.

4 de out. de 2008

Espaço físico interno (TiagoRo)

privilegiado pela natureza
ignorado pelos seus cotovelos
forte como uma viga
simples como uma ovelha
menor que uma ameixa
versos obsoletos
poemas perfeitos
um homem pentelho
pulando igual uma pulga
dentro do vago escuro
em casca de tartaruga
sem medo do medo
sem medo da vida
eis que sou, apenas eu.

27 de set. de 2008

Carvão negro de solidão. (TiagoRo)

És noite, e o carvão negro de solidão, diz a rosa que queimará seus espinhos.
Rosa branca, linda contemplante, fostes que me fizeste sonhar.
Pétalas sobrepostas sobre um mar de ondas vivas de energias brancas e sinceras.
Tenho ainda o seu aroma impregnado na minha alma, e seu rosto cravado no meu coração.
E a esperança, em meio as areias finas do oceano de paixões clama por ti bem amada.

Canção de ninar (TiagoRo)

canção de ninar
escuto e choro
não choro de chorar
é choro sem demonstrar
é tão sadio, auto estima e bem-estar
com uma bela canção
posso me levantar.

25 de set. de 2008

O vento que trago. (TiagoRo)

O vento que trago, em pulmões de mar salgado, em montanhas decapitadas, em cabelos soltos de viagens longas, de começo verde angustiante, de pessoas
com profundos pensamentos conflitantes, de espadas sujas de batalhas juvenis, de mulheres em labirintos sem portas, de dias infinitos, ó vento que trago! em pulmões permanecem, preenchendo o peito de palavras, que ao evaporar do vento, evapora com destino em mim.

5 de set. de 2008

Lilian (TiagoRo)

Ao olhar as estrelas, com suas luzes de fogo infinito, e a lua cheia, com seu cheiro de branco invisível, imaginaria teu olhar em pleno céu.
Seu cheiro de rosa fogosa, sua cor vermelha entre lábios, seu negro cabelo liso de ouro intocável.
Seu riso, seu canto, sua magia, seu talento e o oceano azul pleno, eterno.
És música de toque sem fim, és toque de luz em mim, quem me dera, a natureza, tivesse em ti, todo o aroma de ser mulher.

23 de ago. de 2008

Nuvem cor de pedra sangrando (TiagoRo)

Nuvem cor de pedra sangrando, refletindo almas azuis de algodão,
Seu riso, sua loucura, seu intenso toque noturno, seus dedos sujos de pensamentos profundos,
Mostre com sabor, o profundo vazio de suas telas cheias de cores musicais
Branca de maçã mordida, seu futuro urgente de passado áspero,
Seus olhos cegos enxergam os pássaros em direção do rio e curvas sem fim.

TiagoRo

16 de ago. de 2008

Harpa (TiagoRo)

E entrou como uma Harpa, em meios as veias sanguíneas vibrantes em dó e fá.
Em sete pedais, em sons normais, em constelações, em cada uma das notas da oitava,
Tocou-me, em meus sentidos, abrangendo as 47 cordas neurais,
Um arco de caça, sustenido, em sentido as esferas solares, dos cósmicos metálicos vermelhos
Buscai as luzes que ilumina as luzes do meu sistema lunar.

TiagoRo

13 de ago. de 2008

Em som de Blues (TiagoRo)

Em nota tocada numa frequência baixa, senti-te em som de blues
O acorde do seu corpo seguido de um tom branco, junto-a mim, entre perto e longe
Em seu escuro cabelo, liso, e meus lábios de fogo, entre medo e esperança
E naquele momento a primavera chegou, entre frio e calor
Teu olhar apaixonante, ao som excitante da guitarra que hora chora, entre eu e você
Conseguiste aumentar meu carinho, entre lua e flor.

TiagoRo

12 de ago. de 2008

Ficar (TiagoRo)

Ficar.....chorar
minutos perfeitos
de frente ao espelho
alma azul
verde pássaros
sangue latejante
sem rumo
transfusão de ideias
transplante de alegria
vomito solidão
nada tem graça, era seco, foi bom, voei, caí
passei, ao mero esquecimento
troquei, senti, perdi, amadureci
fiquei, gostei e chorei.

TiagoRo

Eu vi os pequenos pássaros (TiagoRo)

Eu vi os pequenos pássaros,
Eu os vi,
Em plena luz do dia,
Falando com estranhos,
Em quilómetros de distância
Alguém viu o coelho com um relógio na mão?
Ele está atrasado
Tire da tomada as criancinhas
Seus olhos parecem abajur
Hoje eu fui no parque, comer maçã com sabor de amarelo
Eu vi as flores, eu vi o céu, e o inferno florir
Eu vi os grandes pássaros, sorrindo.

TiagoRo

10 de ago. de 2008

Eu vi um anjo... (TiagoRo)

Eu vi um anjo dentro do inferno,
com um relógio, uma caneta, calculadora e um martelo
cheguei bem perto, perguntei a hora,
ele disse: É hora de seguir em frente
eu disse: para que uma caneta no inferno?
Ele disse: para desenhar seu caminho
E a calculadora?
para calcular o tempo
E o martelo?
para quebrar paradigmas
e eu disse, obrigado!

TiagoRo

5 de ago. de 2008

Sexo ou pamonha?

Poeta… Goiano…, Louco… Artista…. Sonhador…. Irresponsavelmente adulto… Lindo…. Especial………Tiago!
Dono de um belo rosto traçado e esquecido por aí, em uma tela de algum pintor impressionista… Deus há de nunca trilhar o caminho a esse leviano pintor!!!
Que Linda superfície…….
Permita-me meu amado Poeta…. Permita-me mergulhar em tuas profundezas……desbravar-te ao som de Bandolins …. Quem sabe lá não me acho…. Quem sabe aí, nao me perco…
Aíiii meu artista …. Tu nao podes imaginar com quão magnificência é feito esse teu mar. ..Esse teu mar urgente e inseguro, ora genioso e determinado…… Previsível!
Suplico-te meu Poeta!!!!
Desnuda-me o corpo e imortalize meus sonhos em tuas telas inventivas e prometedoras…
Derrame sobre elas minhas frustrações e fraquezas… dando um colorido especial em meus Bemóis e enfatizando meus seios, ahh meus seios…!!!! Ahh meus bemóis!!!! Dê vida a eles meu Poeta!!!
E, depois de tudo, lance em teu mar toda essa semente esperançosa e lúdica….. traga-me um copo de água. Fume teu cigarro fictício.Vista tua roupa e resolvamos mais uma vez se, sexo ou pamonha!!!!!!!
Adoro você!!!!