O vento que trago, em pulmões de mar salgado, em montanhas decapitadas, em cabelos soltos de viagens longas, de começo verde angustiante, de pessoas
com profundos pensamentos conflitantes, de espadas sujas de batalhas juvenis, de mulheres em labirintos sem portas, de dias infinitos, ó vento que trago! em pulmões permanecem, preenchendo o peito de palavras, que ao evaporar do vento, evapora com destino em mim.
25 de set. de 2008
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Um comentário:
Esse poeta já está perdendo suas asas por aí....
Voa poeta...... voa.... e deixa sempre uma peninha aqui em minha janela!!!!
Lilian
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