Eram um bando de malucos, cuspindo alvos intocáveis, de olhares de raivas presas e incubadas ao fundo comum, em meio aquele fogo cruzado, olhando aquele quadro, escuro, profundo e indecifrável, perdido e amargurado, flutuei para o mesmo lado, preso pela porta da saída, sentado, ocupado, com a mão no queixo e calado, e como um olhar, percebi o estado, do cidadão, desesperado, uma ajuda ao pobre coitado, saí de novo, contrariado, e com dois passos mal humorado.
18 de nov. de 2008
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